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O Instituto Hidrográfico mantém desde 1980 um programa de vigilância da qualidade do "meio marinho" nas zonas de autoridade marítima. No âmbito do referido programa, efectuam-se amostragens da água de dois em dois meses em treze estações da Ria de Aveiro. Durante a campanha de Janeiro de 1991, detectaram-se valores de mercúrio muito elevados nas amostras de água da estação 15 (Largo da Coroa). Nas duas semanas seguintes efectuaram-se novas amostragens de água, sedimentos, matéria em suspensão e seres vivos (enguias e tainhas) para determinação de mercúrio, na mesma
estação e em locais a montante desta, de modo a confirmar os valores encontrados e para tentar determinar a origem dos elevados teores de mercúrio. Após as amostragens e análises, verificou-se que os teores elevados de mercúrio vinham da vala 3, e que influenciava uma grande extensão, chegando mesmo ao Largo da Coroa. Os seres vivos amostrados no Largo da Coroa não apresentavam contaminação por mercúrio |
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